sábado, 26 de novembro de 2011

POEMA INCONCLUÍDO





Eu te pergunto, Cidade,
grande e perdida em toda resposta,
pequena e inútil, quando te fala,
de verdade, um coração humano.
Sim, tu harmonizas o sangue 
com o meu, coletiva e singular,
tu és somente tu,
não és nada de mim,
não sabes de mim,
que eu não sou daqui e te pertenço,
e não me respondes nem me responderás :
Onde estará Joelina ?



(São Paulo, abril/2004)

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